12 abril 2014

Ah, Mendoza: Terra do Vinho e do Meu Sobrenome

Como disse no post anterior, havia um desejo súbito de estar na cidade com o meu sobrenome e de certa forma, um receio de me decepcionar, de tanto que todo mundo comentava que não tinha nada para fazer lá. Entretanto, a cidade é super-charmosa, acolhedora, cheia de praças fofas, o povo bem educado, sem falar na gastronomia de dar água na boca. Infelizmente, alguns pontos turísticos são abandonados e com as identificações pichadas, assim como no Rio de Janeiro. Mas isso não estraga o clima clamo e gostoso de passear por suas ruas arborizadas.
 

Um detalhe curioso é que as ruas de Mendoza possuem uma grande caneleta, a qual é utilizada nos dias mais quentes pelas águas desgeladas das Cordilheiras. Tais águas veem de um reservatório que é aberto para refrescar a cidade em situações estremas como no verão, por exemplo, para melhorar a umidade do ar. Só é preciso tomar cuidado ao andar pelas ruas para não cair dentro de uma delas, pois não há nenhum tipo de proteção.

Já deu para perceber que no verão a cidade é bem quente, assim como no Brasil. No entanto, os locais não possuem tanta infraestrutura como aqui para suportar esse clima. Pode parecer estranho, em pleno século XX alguns locais e carros não possuírem ar condicionado, mas em Mendoza você encontra. Então ao fazer a reserva em algum restaurante lembre-se desse detalhe e tente reservar na área com ar condicionado (se tiver), embora a maioria dos restaurantes possuam jardins lindíssimos e muito românticos, às vezes, o calor é tanto que não compensa a paisagem.

Outra dica essencial ao planejamento da viagem é que o comercio fecha as 13:00h e reabre as 17:00h, o que não impacta muito nas atividades/passeios.


Por falar nos passeios, ficamos três dias que foram suficientes para curtir a cidade, conhecer algumas vinícolas e ainda dar uma esticadinha até o Aconcágua. 
Aconcágua

Nenhum comentário:

Postar um comentário