22 novembro 2009

Despedida de Mauá

Último dia em Mauá e; ainda, muita cachoeira para conhecer, sem contar os restaurantes sem fim. Então como o tempo era curto, optei por conhecer uma das mais famosas, cachoeira do Escorrega. Acho que é a única próxima a pousada em que estava hospedada.



Essa cachoeira, como o nome já diz, tem o formato de um grande escorrega, onde os mais corajosos se arriscam a descer pela pedra sendo levado pela força da água. Acredito que deva machucar um pouco para se aventurar, eu, não tive coragem e fiquei apenas observando e tirando fotos.
Bom, minha impressão é que essa é uma das cachoeiras mais procuradas, pois tem uma infraestrutura de lojinhas, restaurantes, inclusive um deck com mesinhas para que as pessoas possam observar os corajosos escorregando. Sinceramente, acho que em alta temporada, esta deva ficar insuportavelmente cheia.

As demais cachoeiras são distantes e devido à preguiça e a estrada horrível, acabei não indo. Uma pena, pois estava doida para conhecer a cachoeira do Acalanto, que segundo algumas pessoas da região é uma das mais bonitas. Mas, fica para próxima vez. Afinal, já tenho um excelente motivo para voltar, não?
Deixando as cachoeiras de lado, fui explorar o outro lado de Maringá e descobri que não precisa ir até o centro para atravessar a ponte, pois existe uma passagem perto do restaurante japones, Warabi (acho que é o único japonês da região), chamada de ponte preta, pergunte para alguém na rua exatamente onde é a passagem, mas existem placas informando.
O único problema é que a ponte é de madeira, e, digamos que não tem uma estrutura de ponte, pois, conforme você vai andando ela vai se mexendo.... uma sensação um pouco tensa. Mas graças a essa simpática ponte economizei uma bela caminhada.


Já do outro lado, fui em busca da casa do chocolate e da casa de velas.
A casa do chocolate é simplesmente linda, super aconchegante. O lugar é uma casa de verdade, enorme, onde o dono mora com a família e abre as portas da sua cozinha para ensinar a fazer as deliciosas trufas, barrinhas e chocolates. Uma perdição, mas como a maioria dos lugares... não aceita cartão de crédito, então, tive que me contentar com uma pequena trufa apenas para matar o desejo!!!! E ficar morrendo de raiva de não poder repetir por falta de dinheiro...rs

Já a casa das velas fica um pouco mais distante, mas não se deixe levar pela preguiça. A casa também é uma graça, fiquei completamente perdida no meio de tantas velas coloridas, de todas as formas e tamanhos. A vontade é trazer tudo, mas lembre-se que velas são pesadas e o carro, geralmente, fica parado do outro lado da ponte..rs! Ah... o melhor desse lugar é que aceita cartão de crédito!!!!!!!!!!!!!
A foto, vou ficar devendo, pois era proibido tirar fotos dentro da loja!

E por último, depois da última caminhada e das compras, fui a procura do tão famoso e indicado restaurante Champignon, que fica na Alameda gastronômica do lado de Minas. É um restaurante super simpático, onde possui um jardim com um pub na entrada. Também tem uma filial desse restaurante em Campos de Jordão.
Como o restaurante estava vazio, sentei na varanda do pub, degustei uma cerveja Colorado. As pedidas foram truta e um prato de espetinhos de Champignon, que estava maravilhoso!!!!!!!!!!!!!!!


4 comentários:

  1. Baaabei! E vou te falar que vc nao perdeu muita coisa nao indo ao Maison de La Fondue. Muita alegoria e pouco samba no pé. Agora, ali perto do Maison, no lado mineiro de Maringá, tem uma lojinha chamada Cantinho Mineiro. As donas (simpaticíssimas) fazem umas pastinhas incríveis e umas geléias de pirar. E o melhor: pode provar à vontade pra escolher! Aí é só pegar umas baguetes no Bistrô ao lado, voltar pro chalé fofo e acender a lareira.

    Beijos!

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  2. Hummmmm!!!! Assim dá vontade de voltar lá agora...rs! Adorei a dica. Alias ppodiamos marcar um belo grupo para um passeio gastronomico, hein??!!

    Beijos

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  3. Só pensamento de gooooooooordo
    O negócio agora é alface com arroz integral
    Beijos

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  4. Amei as dicas, Alê, obrigada!

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